Coreia é um movimento involuntário, irregular, espontâneo, contínuo, abrupto, sem objetivo, que flui de uma parte do corpo a outra. Sua natureza imprevisível a distingue de tremor e distonia. Pode ser exacerbada por manobras de distração e, geralmente, desaparece no sono.

O termo 'coreia' deriva da palavra grega "choreia", que significa dança. Foi usado, inicialmente, por Paracelsius (1493-1541) para descrever a coreia de São Vito, uma provável forma epidêmica de coreia histérica. Posteriormente, Thomas Sydenham identificou uma forma de coreia da infância que atualmente recebe o seu nome e, em 1872, George Huntington descreveu uma forma hereditária de coreia, com início na vida adulta e associada à manifestações cognitivas e psiquiátricas. 

Causas

As causas de coreia são diversas e podem ser classificadas em hereditárias e adquiridas. Dentre as hereditárias, a mais comum é a doença de Huntington (DH). O tratamento das coreias baseia-se, idealmente, na identificação da etiologia e, quando possível, remoção do agente causal, mas em muitos casos a conduta terapêutica é exclusivamente sintomática, principalmente através do uso de agentes antidopaminérgicos.

Diagnóstico

O Neurologista é o especialista médico indicado em sua detecção. O diagnóstico terá como base o histórico médico e os sinais e sintomas do paciente.

Na coreia de início agudo ou subagudo, deve-se sempre solicitar exames de sangue, incluindo estudos genéticos e neuroimagem, que ajudam a descartar causas estruturais de coreia, sendo a Ressonância Magnética o método de escolha.

Tratamento

O Diagnóstico da causa base vai determinar o tipo de tratamento. Em geral bloqueantes Dopaminergicos, Tetrabenazina, amantadina e gabaérgicos  podem ser uteis.

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